sábado, agosto 30, 2008

O Brasil visto por olhos estrangeiros



Ainda tenho que dedicar algum tempo a esse tema. O fotógrafo francês Pierre Verger se apaixonou pelo Brasil logo que chegou, em 1946. Ele realizou um dos mais importantes registros etnográficos do nosso povo neste período. Foi especialmente pelo trabalho na Bahia que ele recebeu o título de doutor em etnologia pela Universidade Sorbonne.
Encontrar fotos de Verger na Revista A Cigarra, de 1949, comprada pelo Maurício em São Leopoldo, foi uma maravilhosa surpresa, que aqui divido com vocês.

segunda-feira, agosto 25, 2008

Xuxa, o retorno

Outro dia estava no carro com a Lígia, que tossia sem parar. Enquanto esperávamos o Lauro sair da escola liguei para o Maurício e falei:
- nossa, a Lígia está tossindo para chuchu.
Olhei para trás e flagrei a danadinha com as duas mãos no cabelo cantando:
- Xu Xu Xu Xa Xa Xa...
Estupefata completei a música:
- é um jeito novo de se dançar.
Quando terminei ela deu uma risadinha.
Eu juro que nunca tocamos Xuxa para a Lígia. Só pode ter aprendido na escolinha!

quarta-feira, agosto 13, 2008

Espéde Rasser

Hoje fui em uma banca do Estreito para comprar figurinhas do álbum do Speed Racer para o Lauro. Perguntei para o tiozinho:
- O senhor tem figurinha do Speed Racer?
- Ispidi o quê?
- Speed Racer, aquele corredor do desenho.
- Corredor?
- É aquele álbum do corredor de carro do desenho animado, Speed Racer.
- Rasser? (Pausa) Ah, Espéde Rasser.

Menos brasileiros no mundo

Hoje à tarde eu e o Maurício fomos nos vacinar contra rubéola. Antes, porém, tive que assinar um termo atestando que não estava grávida e no qual me comprometia a não engravidar por um mês. Se a meta do governo for cumprida, imunizar 70 milhões de pessoas, no ano que vem quase não nascerão taurinos ou geminianos.

quinta-feira, julho 31, 2008

Sobre brincar de bonecas

Sou de uma época em que o máximo era ter uma Suzy. Hoje existem centenas de modelos, tais como como a bebê linguinha, bebê friorento, bebê tremidinha, entre outras invencionices. Tem a tal da Miracle baby que fala, dorme, espirra, soluça, faz xixi e bebe água por uma bagatela de cerca de R$ 300. Eu gostava mesmo era da boneca de pano feita pela minha mãe.
Confesso que desde que descobri a boneca Blythe, uma relíquia japonesa, tenho vontade de comprar para a Lígia. Neste aniversário ainda não será possível, pois a mesma ainda está um pouco acima do meu orçamento para itens que não são prioritários. Quem sabe no próximo?

domingo, julho 20, 2008

Vou entrar na faca

Ou melhor, no laser, como me corrigiu o amigo Gian. Amanhã faço uma cirurgia para corrigir a miopia. Ficarei de molho por dois dias, no mínimo. Não consigo nem imaginar abrir os olhos e ver tudo. Uso óculos desde os cinco anos e lentes desde os 14.

Bom filho à casa torna

Sei que isso não é novidade para alguns, pois já fui furada pelo meu próprio marido, mas não podia deixar de contar aqui. Saio da Estácio de Sá, depois de quatro anos de casa, e passo a dar aula de fotojornalismo na UFSC, onde me graduei. Fico feliz em voltar e poder contribuir para o curso!

terça-feira, junho 24, 2008

Sex and the City - o filme

Ontem fui assistir Sex and the City - o filme. Já estava quase saindo de cartaz... Bem Hollywood, com final feliz. Mas gostei. O incrível é que saí do filme direto para a loja da Arezzo, que estava em promoção. Por incrível que pareça, me contive. Já saindo do shopping encontrei com uma amigona, que desfilava com uma linda bolsa, que havia adquirido uma semana, depois de ver o filme...

segunda-feira, junho 16, 2008

Fábula


Kiron, o dragão

Certo dia, um dragão estava voando pelos céus da cidade de Wersville, uma terra mágica. Seu nome era Kiron. Voava todo dengoso com suas cores lindas: vermelho e azul, com olhos verdes. Em Wersville era quente como no deserto do Saara. O povo de lá vivia em paz e harmonia, enquanto o rei era Don Jiuseppe II. Kiron voava tranquilamente e de repente ouve um papo que Don Jiuseppe estava muito, mas muito, doente. Ele pensou: - será que é verdade? Será que o rei está doente? Nunca ouvi falar de ele estar doente.
No dia seguinte, Kiron voa para o castelo do rei e pergunta a um dos guardas: - o rei está melhor? O guarda responde: - desculpe, o rei acaba de falecer. Kiron não se conforma, pois o filho do rei era extremamente do mau, do mau mesmo, um demônio mandado pelo diabo.
Depois de nove meses, o filho do rei, Bergol, inicia uma guerra entre Wersville e Caxol, a cidade vizinha. Todos estavam convocados para a guerra, os dragões, os elfos, os centauros, os pegasus, os humanos e aves como a Fênix.
E começa a guerra do milênio, muitos seres morrem. Kiron ficou muito ferido no primeiro dia, mas ainda tem o amanhã de guerra. No outro dia, Kiron vai à luta. Não é uma boa notícia, mas depois de batalhar muito, Kiron também morre. Mas pelo menos Kiron conseguiu prosperar a paz em Wersville durante milênios. Hoje ela é a Hong Kong, terra dos dragões da mitologia chinesa.
Texto e pintura: Lauro Miranda de Oliveira

domingo, junho 15, 2008

Pelo Brasil

Aviso aos navegantes, o Maurício está de blog novo. Ele prometeu escrever com mais freqüência. Vamos ver...

sexta-feira, abril 25, 2008

Salve Jorge

Sei que esse título se repete, mas tenho um motivo. Dia 22 fez um ano que meu avô morreu. Tentei esquecer a data, mas não foi possível. Hoje tive que me render. Não contive a emoção ao rever os velhinhos de Canudos do documentário Instantâneos da Realidade, sobre o fotógrafo Evandro Teixeira.

domingo, abril 06, 2008

Alguém que vale a pena conhecer


Fiz fotos para uma reportagem da Época Negócios sobre o trabalho da agrônoma Thaise Guzzatti, eleita pela revista World Business como uma das 35 jovens mulheres capazes de mudar o mundo. Conheça a história dela aqui.

terça-feira, março 25, 2008