quinta-feira, outubro 13, 2011

Há duas semanas, a Lígia trouxe emprestado da escola o livro O Aniversário de Nita, da escritora e ilustradora belga Lieve Baeten, morta em 2001. Semana passada, pegou A Bruxinha Curiosa, da mesma autora. Fiquei encantada com os desenhos da belga, ricos em pequenos detalhes. Um sonho! Agora ela está louca para ler Nita e a Princesa das Bruxas.

quarta-feira, agosto 03, 2011

Merenda

Faz algum tempo que não posto fotos minhas. Estas fazem parte de um trabalho que fiz para a Revista da Fapeu. Adoro fotografar crianças.

quarta-feira, julho 27, 2011

Casa Arrumada

Casa arrumada é assim:
Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz.
Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um cenário de novela.
Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas...
Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo:
Aqui tem vida...
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar.
Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.
Sofá sem mancha?
Tapete sem fio puxado?
Mesa sem marca de copo?
Tá na cara que é casa sem festa.
E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante, passaporte e vela de aniversário, tudo junto...
Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.
A que está sempre pronta pros amigos, filhos...
Netos, pros vizinhos...
E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca ou namora a qualquer hora do dia.
Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente.
Arrume a sua casa todos os dias...
Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela...
E reconhecer nela o seu lugar. 


Carlos Drummond de Andrade

terça-feira, julho 26, 2011

Tudo Quase Nada


Tive a oportunidade de assistir ao ensaio geral do musical Tudo Quase Nada, dirigido pelo talentoso amigo Pepe Nuñez. A peça fala de mim, de ti, do rapaz que se vira na rua, enfim, do que é o povo brasileiro. É impossível ir para casa sem pensar em questões importantes, que muitas vezes passam batidas, atropeladas pelo corre-corre rotineiro. Não vou me estender, pois não quero estragar o clima com a minha crítica rasa.
Recomendo demais.
As fotos são do meu talentoso ex-aluno Giovanni Bello.


Espetáculo Tudo quase nada


Onde: Teatro Álvaro de Carvalho (TAC) - Rua Marechal Guilherme, 26 - Centro
Quando: Dia 29/07 às 20h, dia 30/07 às 20h e dia 31/07 às 19h
Telefones: (48) 3028-8070 / (48) 3028-8071
Capacidade: 430 lugares.
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)

Onde: Teatro da Igrejinha (UFSC) - Praça Santos Dumont, Campus da UFSC – TrindadeQuando: Dia 05/08 às 20h, dia 06/08 às 20h e dia 07/08 às 19h
Telefones: (48) 3721 9348 – (48) 3721 9447 – (48) 3721 9645
Capacidade: 132 lugares
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)

PARCERIAS/DESCONTOS NO INGRESSO:
Clube DC - 20% desconto (associado + acompanhante)
Portadores de Cartões débito e crédito – ITAU e UNIBANCO - 50% desconto (somente titular do cartão e compra no site www.compreingressos.com/itaucard)

terça-feira, maio 17, 2011

Bem-te-vi

Ontem presenciamos uma história de amor trágica aqui em casa. Final de tarde nublada escutamos um barulho grande, com se alguém tivesse batido no vidro da janela. Olhamos ao redor da casa e encontramos um Bem-te-vi morto na grama. O bichinho não viu a janela do cafofo do Maurício e foi com tudo de encontro a ela. 
Na sequência ouvi um canto desesperado de outro Bem-te-vi e comentei que devia ser a namorada chorando a morte do parceiro.
- Não exagera. Comenta o Maurício.
Minutos depois ele sai de carro e ouvimos outro estrondo na mesma janela. Chamei o Lauro, que veio correndo conferir. No mesmo lugar encontramos a fêmea, que havia se atirado atrás do amor.

quinta-feira, maio 05, 2011

Bambola

A primeira boneca de pano que fiz foi para Lígia, antes mesmo dela nascer. Voltei a costurar recentemente, inspirada por muitas bonequeiras. Cá no Campeche encontrei amigas maravilhosas e juntamos as agulhas para criar a Bambola, boneca em italiano. Bambola Carina foi uma da minhas primeiras bonecas, presente do meu pai, herdada pela Lígia. Nela, as marcas do tempo não apagaram a magia da infância. Que essa magia seja transmitida em cada Bambola feita por nós.
Participaremos do Bazar Coisas de Mãe, que acontece neste sábado (dia 7) no Sesc do Cacupé, das 13 às 19 horas. As primeiras bonecas estão no blog, todas feitas à mão. Já planejamos fazer outras, seguindo a linha Waldorf. Cada dia é uma brincadeira.


sábado, abril 16, 2011

domingo, março 20, 2011

Maratona

A primeira maratona ninguém esquece. Eu e minha amiga Eliana na Meia Maratona Internacional de Florianópolis. Fizemos 10 KM!

sexta-feira, janeiro 28, 2011

Fofinha brincando de Lego.

- Mãe, você quer uma lembrancinha?
- Quero, filha.
- 1000 dólares custa.
- (Risos) Mas é muito caro.
- Mas mãe, é um megarrobozinho.

quarta-feira, janeiro 05, 2011

Sem inspiração

Estava eu aqui sem vontade de escrever no blog quando vi o post da Natasha sobre livros bacanas. O olhar da mente, do neurologista inglês Oliver Sacks, está na minha lista.